quarta-feira, 27 de março de 2013

O vestido que eu usei
Hoje já não cabe mais
E disso eu lembrei
Da musica que eu cantei
Da noite que eu dancei
Dos dias que perdi
Do tempo que passou
Do amor que eu vivi

E hoje sinto a falta disso
Todas as vezes que eu relembro
Dos cabelos que perdemos
Das pernas que sinto doendo
Dos meus sentidos apurados
 E o fim do meu começo
Que escrevo em meu diário.. É o fim do meu começo.


É bom que não se acostume com meu jeito de ser, pois a cada dia posso te surpreender..

Nasci de outro planeta
Daquele que não se chama mundo
Aqui tudo é bom
Não ha nada do que se reclamar
Só existe eu, somente eu
Vou a rua e quem eu vejo? Eu!
Volto do trabalho e quem encontro? Eu!
Pedi a conta de quantos "eus" existe

Tenho bons amigos, mas
Preciso fazer novos
A vista de cima é bonita, mas também
As coisas não se resumem somente a isto

Há uma guerra do outro lado
E quero lutar
Já passou da hora
Tenho que voltar

O presente

O presente desse mundo não é muito mais do que o fruto do passado, que foi contido em lagrimas da tragedia passada resumida em sofrimento.
 Com a felicidade que a acalma de lembranças, o tempo não é contado por relógios  a cina deixa de existir, e de flores lindas vivi a sorrir.
 A tragedia desse mundo não acontece por acontecer, pede a graça de viver, mas tem que ser forte para resistir. E de todos e todas sementes cultivadas, aquela foi a mais rara, de uma forma inesperada aconteceu sem perceber, brotou tão bela e sincera, respeitando cada etapa de sua natureza, que parecia eterna com sua beleza, a cada dia era como o sol a entardecer, e que um dia ninguém imaginara que tivera que morrer.